9.11.09

do volume (ou da possibilidade)

escrevia-te agora um poema de amor
mas as tuas mamas enchem por completo
as minhas duas mãos, e não tenho como
pegar na esferográfica.

17 comments:

V. disse...

,

Menina Limão disse...

ahah! que belo regresso, chuac!

sophiarui disse...

hehehehehe

isto promete!

;)

bruno disse...

v, essa da vírgula é enigmática.
mas confesso-te que aquela ali ainda me levou uns segundos se sim ou não.

v de vai e vem?

bruno disse...

achas que sim, limão?
vamos então fazer de conta que as mamas acrecentam uma densidade qualquer ao regresso: tipo regressar com/ao o princípio de tudo (e sua ex-uberância), ou qualquer coisa que o valha sem hífenes.

bruno disse...

promete?
e já agora, o quê?
(assim sempre saberei como fugir da sombra)
bons ensaios

V. disse...

, de mamas; V de Paris

V. disse...

vá, vamos

bruno disse...

ah, v.
(percebi).
o v das ditas
(agora ditei ditas
senão gasta-se o
distinto vocábulo,
e isto descamba)

lebredoarrozal disse...

voltaste:D

Vanessa disse...

bom ler-te de volta, em fundo negro.

*

maria disse...

bem visto. **

Sylvia Beirute disse...

ora aí está como o físico neutraliza o metafisico ou vice-versa.

S.

bruno disse...

voltei, lebre
(outra vez de orelhas caídas?)

bruno disse...

uma coisinha, Vanessa.
bom ver-te aqui.

bruno disse...

maria, isso dos asteriscos ainda me deixa baralhado.
vejo muitos, mas francamente não sei o que significam.

bruno disse...

pensava que isso era tudo a mesma coisa, sylvia.
um abraço.