do volume (ou da possibilidade)
escrevia-te agora um poema de amor
mas as tuas mamas enchem por completo
as minhas duas mãos, e não tenho como
pegar na esferográfica.
"Was one with the rest, the days and haps of the rest", Walt Whitman
escrevia-te agora um poema de amor
mas as tuas mamas enchem por completo
as minhas duas mãos, e não tenho como
pegar na esferográfica.
escrito por
bruno
às
00:27
17 comments:
,
ahah! que belo regresso, chuac!
hehehehehe
isto promete!
;)
v, essa da vírgula é enigmática.
mas confesso-te que aquela ali ainda me levou uns segundos se sim ou não.
v de vai e vem?
achas que sim, limão?
vamos então fazer de conta que as mamas acrecentam uma densidade qualquer ao regresso: tipo regressar com/ao o princípio de tudo (e sua ex-uberância), ou qualquer coisa que o valha sem hífenes.
promete?
e já agora, o quê?
(assim sempre saberei como fugir da sombra)
bons ensaios
, de mamas; V de Paris
vá, vamos
ah, v.
(percebi).
o v das ditas
(agora ditei ditas
senão gasta-se o
distinto vocábulo,
e isto descamba)
voltaste:D
bom ler-te de volta, em fundo negro.
*
bem visto. **
ora aí está como o físico neutraliza o metafisico ou vice-versa.
S.
voltei, lebre
(outra vez de orelhas caídas?)
uma coisinha, Vanessa.
bom ver-te aqui.
maria, isso dos asteriscos ainda me deixa baralhado.
vejo muitos, mas francamente não sei o que significam.
pensava que isso era tudo a mesma coisa, sylvia.
um abraço.
Enviar um comentário